Mónica Batista

Artista visual com prática centrada na fotografia e na imagem em movimento, desenvolvida através de processos analógicos e fotoquímicos. É co-fundadora do Laboratório da Torre e da Cooperativa Cultural Laia, estruturas dedicadas à produção, investigação e experimentação no campo do cinema e das artes visuais.

O seu trabalho é moldado por contextos cíclicos de viagem, residências artísticas e experiências coletivas, muitas vezes ligados a rituais, celebrações e à observação da natureza. A contemplação e a repetição são dimensões centrais da sua obra, que cruza áreas de interesse que vêm da música, literatura e antropologia.

A sua obra tem sido apresentada em Portugal e internacionalmente, em galerias, museus e festivais de cinema. Entre os seus trabalhos destacam-se O dia como uma manhã perpétua (2025) Água Forte (2018), Cem Raios t’Abram (co-realização, 2015), Teares (2014), Diário (2010) e Territórios (2009).

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